quinta-feira, 28 de maio de 2020

O 'Olhar do Visitante' | O olhar partilhado por Isabel Rebelo

As múltiplas abordagens e olhares que o Museu desperta, na atualidade, constituem por vezes momentos de partilha únicos, que destacamos todas as quintas-feiras, na rúbrica 'o olhar do visitante'.
HOJE, apresentamos a coleção de escultura do MNMC pelo olhar de Isabel Rebelo.
Boa visita!


HOJE comemora-se o Dia Internacional do Brincar!

O MNMC associa-se ao 'Coimbra a Brincar' com ‘A Burra Bonita’, uma dramatização de Maria José Costa, que apresenta a 'Cruz Relicário' referente a S. Francisco Xavier, da coleção de Ourivesaria do MNMC. Esta é uma forma divertida de abordagem da arte!

‘A ESCOLHA… DO CONSERVADOR’ | Cofre Indo-português

No seguimento da rúbrica das quartas-feiras, apresentamos A ESCOLHA de Ivone Tavares - o 'Cofre Indo-português' do final do séc. XVI, da coleção de Mobiliário do MNMC.
 
Conheça a história que esta peça evoca!











Projetos do MNMC

Dando continuidade à nossa rúbrica das terças-feiras em que divulgamos alguns dos projetos mais inovadores do MNMC,  apresentamos 'O Jardim de Infância à Descoberta do MNMC - Vem Daí ao Museu', uma parceria com estabelecimentos de educação pré-escolar de Coimbra.



segunda-feira, 25 de maio de 2020

Em Revista | 'Engenharia Romana'

Na rúbrica das segundas-feiras, #emRevista, apresentamos hoje a série 'Engenharia Romana' da RTVE, documentário sobre as imponentes obras de engenharia construídas nas cidades do Império Romano. Neste episódio pode ver-se do minuto 43’13’’ ao 47’, o ‘Criptopórtico de Aeminium’, datado do século I D.C., considerado o melhor edifício de época romana conservado em Portugal. Com uma função arquitetónica, o Criptopórtico serviu de plataforma para erguer o Forum romano: praça pública onde se realizavam as principais funções da urbe - religiosa, política e administrativa.

‘VErso e REverso da obra de arte’ | Cálice D. Gueda Mendes | 25 de Maio de 2020

Elegendo o Museu como o lugar poético da memória, esta rúbrica, publicada em cada domingo, constitui-se como um encontro entre a obra de arte e a palavra poética, lançando um outro olhar sobre algumas obras de referência do MNMC.
ONTEM, apresentamos uma obra-prima da ourivesaria do século XII - o Cálice, uma oferenda de D. Gueda Mendes ao Mosteiro de S. Miguel de Refoios, que integra, atualmente, a exposição permanente do MNMC, inspirador da poesia de João Miguel Fernandes Jorge declamada por Cândida Ferreira.

Cálice | Séc. XII | MNMC6030
Este cálice de prata dourada foi uma oferenda de D. Gueda Mendes ao Mosteiro de S. Miguel de Refoios. Obra-prima da ourivesaria do séc. XII, quer pela proporcionalidade e depuração das formas, quer ainda pela riqueza do programa iconográfico, representa, na copa, Cristo e os Apóstolos e, no pé, os símbolos dos evangelistas: S. Marcos é o leão; S. Mateus, o anjo; S. Lucas, o touro e S. João, a águia.
As figuras, bem como os seus enquadramentos, ao gosto românico, são executadas num relevo pouco acentuado que igualmente se observa nas legendas que contornam o bordo e a orla do pé. Este cálice utiliza um programa decorativo profuso, sem paralelos nacionais, em que a representação figurativa prevalece sobre a geométrica ou vegetalista.

'Cálice'

Deixou os dedos perderem-se
no tempo que foi o da taça
na juba do leão de Marcos
na asa do anjo que figura Mateus
no ouro que desprende mais brilhos nos cornos do touro de Lucas
para depois sentirem a lonjura na águia de João.
D. Gueda Mendes, Senhor que foi
em Terras de Basto nos anos primeiros do reino
ao Abade do Mosteiro de S. Miguel de Refojos, o cálice
fez em oferenda. Quando o vaso doou
ecoaram no Capítulo –
nenhum santo nenhum sábio
pode evitar o céu
desde tempos antigos
a terra dá-nos um destino
visto haver vida há que morrer
E os dedos demoraram no relevo da prata dourada.
João Miguel Fernandes Jorge

sábado, 23 de maio de 2020

MUSEOMANIA…

HOJE, deixamos dois desenhos para colorires e juntares à tua coleção do MNMC. Parecem iguais? Mas não são! Existem sete diferenças. Desafiamos-te a encontrá-las!
O desenho retrata uma cena de caça retirada de um Frontal de Altar do século XVII (MNMC1426), proveniente do Convento das Ursulinas, como podes observar no canto inferior direito da imagem. Este frontal de altar ostenta ainda, na parte superior, a típica decoração de aves e ramagens, de inspiração indiana, centrada por um escudo carmelita.

Diverte-te! 

Frontal de Altar do século XVII (MNMC1426)





Sábado é dia de MUSEOMANIA…

Nesta rúbrica semanal dedicada aos mais novos e famílias, propomos mais um puzzle, com diferentes níveis de dificuldade, para desenvolverem uma atividade em família.
Sabes quem foi João de Ruão? Nós ajudamos!
João de Ruão foi um reconhecido escultor e arquiteto normando, que trabalhou em Portugal durante mais de 50 anos (século XVI). A sua ação foi marcante para a introdução e consolidação dos valores renascentistas no nosso país, centralizada sobretudo em Coimbra, onde tinha oficina.
HOJE, sugerimos que explores o retábulo ‘Virgem com o Menino’ | 1544 | MNMC11222.
Produzido em calcário policromado, representa a Virgem com o Menino sentada num trono de espaldar, com a coroa segura por dois anjos e a pomba do Espírito Santo. Anjos músicos, o Cordeiro Pascal e o cálice da Eucaristia ladeiam a Virgem, num enquadramento arquitetónico muito simples. Um excelente testemunho da qualidade dos baixos-relevos de João de Ruão, proveniente de uma capela particular em S. Silvestre, nos arredores de Coimbra.
Se quiseres observar em pormenor e conhecer melhor esta peça, podes fazer o puzzle que preparámos especialmente para hoje.

Retábulo, Virgem com o Menino
1544
João de Ruão
176 x 110 cm
MNMC11222


[comRESERVAS] | Coleção significativa de vidros do MNMC

Na rúbrica das sextas-feiras, António Pacheco, conservador do Museu, apresenta
algumas peças da coleção significativa de vidros do MNMC, composta por cerca
de 140 exemplares representativos da produção portuguesa nos séculos XVIII e
XIX, provenientes maioritariamente de conventos extintos, integrando também
peças importadas.



quinta-feira, 21 de maio de 2020

Quinta-feira da Ascensão de Cristo

Hoje assinala-se a Quinta-feira da Ascensão de Cristo, popularmente conhecida pelo Dia da Espiga, aludindo às primeiras colheitas do ano.
Na região de Coimbra, após o passeio matinal para colher a espiga e as flores campestres que compunham o ramo - a espiga simbolizando o pão; o malmequer o ouro e a prata para que não falte o dinheiro; o ramo de oliveira a luz e a paz, o alecrim a força e a saúde e a papoila o amor e a vida - as pessoas faziam todos os anos, por esta altura, uma visita ao Museu Machado de Castro, como nos dão nota os sucessivos registos nos diários deste Museu. O número de visitantes (mais de 3000) atesta bem a importância desta tradição.



O 'Olhar do Visitante' | O olhar partilhado por Isabel Rebelo

Dedicamos as quintas-feiras ao 'olhar do visitante'.
HOJE, apresentamos a coleção de Ourivesaria do MNMC pelo olhar de Isabel Rebelo.
Boa visita!


Horário

No seguimento do plano gradual de desconfinamento, alterámos o horário de funcionamento do Museu até 31 de maio.
A segurança de visitantes e trabalhadores é a nossa prioridade! Para tal, implementámos medidas de reforço e de salvaguarda dessa segurança, de acordo com as diretivas da DGPC e da DGS.

Aguardamos pela sua visita!

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Sabia que... hoje é o Dia Mundial da Metrologia?

Foi a 20 de maio de 1875, que 17 países (incluindo Portugal) assinaram a Convenção do Metro em Paris, estipulando as bases de medição no mundo com o Sistema Internacional de unidades (SI).
Pesos e medidas com valores exatos, universalmente aceites, tal como hoje os conhecemos, só existem, portanto, desde o séc. XIX.
Para expressar o comprimento, a superfície e o volume das coisas, os homens começaram por relacioná-los com o seu próprio corpo: o pé, o passo, a polegada, o palmo, as braças, o côvado, a mão…
No entanto, o desenvolvimento das trocas comerciais exigiu mais rigor, conduzindo à invenção de unidades-padrão.
A grande diversidade de pesos e medidas e os diferentes nomes que lhes eram atribuídos, de região para região, suscitaram várias tentativas régias para uniformizar os padrões a nível nacional.
O Museu Nacional de Machado de Castro tem na sua coleção um núcleo constituído por vários pesos e medidas, que pertenceram ao concelho de Coimbra, desde a reforma de D. Manuel I a D. João VI.
São peças em bronze, que apresentam as armas reais, e foram adotadas como medidas-padrão, quer para líquidos - o almude (unidade fundamental), o meio almude, a canada, a meia canada, o quartilho e o meio quartilho; quer para sólidos - alqueire (unidade fundamental), meio alqueire, quarta, oitava e fanga (equivalente a 4 alqueires).
Como curiosidade, damos nota de que é ainda usada nos nossos dias, a expressão ‘não tem os alqueires bem medidos’ no caso de quem apresente comportamentos desviados dos padrões socialmente considerados normais.




Alqueire | 1575 (Reforma de D. Sebastião) | Bronze
MNMC8239c


Caixa de pesos-padrão | 1499 (Reforma de
D. Manuel) | Bronze | MNMC12209

Caixa de pesos-padrão | 1499 (Reforma de
D. Manuel) | Bronze | MNMC 12208

Almude | 1575 (Reforma de D. Sebastião) | Bronze MNMC12218

Quartilho | 1575 (Reforma de D. Sebastião) | Bronze
MNMC 12205

‘A ESCOLHA… DO CONSERVADOR’ | Retábulo da Rainha Santa Isabel | 20 de Maio de 2020

Na rúbrica das quartas-feiras - ‘A ESCOLHA…’ - destacamos visitas e obras das coleções do Museu, pela mão do conservador ou comissário, sob a sua perspetiva histórica e técnica.
HOJE, apresentamos a escolha de Virgínia Gomes, conservadora da coleção de Pintura do MNMC - o retábulo ‘Rainha Santa Isabel’ do séc. XVI.



Reabrimos anteontem, Dia Internacional dos Museus!

Associámo-nos ao DIM2020 com forte presença nas redes sociais, divulgando ao longo do dia alguns dos projetos mais inovadores desenvolvidos em parceria com diferentes instituições, que têm merecido o olhar da comunidade e a referência de boas práticas, em diferentes áreas de intervenção, da investigação, à educação, à acessibilidade e à inclusão.
Dentro de portas, realizámos uma VISITA-HOMENAGEM de caráter simbólico para profissionais da linha da frente, orientada pela diretora e pelos conservadores do Museu, numa manifestação de reconhecimento a todos quantos pelo seu trabalho e abnegação permitiram a reabertura neste dia!
Partilhamos o registo de alguns momentos!












segunda-feira, 18 de maio de 2020

Reabertura do MNMC | Regras de segurança durante as visitas

Estamos de portas abertas...A segurança de visitantes e trabalhadores é a nossa prioridade!Para tal, implementámos medidas de reforço e de salvaguarda dessa segurança, de acordo com as diretivas da DGPC e da DGS.
Ajude-nos a combater a COVID-19 seguindo estas regras durante a sua visita.

ESTAMOS PRONTOS PARA VOS RECEBER!




DIM2020 | ‘NÓS no musEU’

Projeto em parceria com várias instituições de solidariedade social, destinado a público vulnerável (crianças e adultos), institucionalizado e em risco de exclusão social, no sentido de promover a consciencialização da identidade cultural e a cidadania. 

DIM2020 NAS REDES | ‘A Arte, o Tempo e o Homem’

Projeto em parceria com a DGRS distinguido com Menção Honrosa no âmbito do concurso escolar do 3º ciclo - 'A Minha Escola Adota um Museu'. Este projeto promove a educação para a cidadania, através do património cultural, para jovens institucionalizados em contexto prisional, no Centro Educativo dos Olivais.

DIM2020 NAS REDES | 'Imagens que guiam'

A partir do projeto ‘Construa Pontes e Não Barreiras’, divulgado anteriormente, desenvolve-se ‘Imagens que guiam’, projeto que assenta numa nova estratégia para a acessibilidade intelectual e social, com a criação e implementação de guiões acessíveis (em comunicação aumentativa) das obras de arte para público com dificuldades intelectuais, desenvolvimentais e com baixa literacia.


DIMS2020 NAS REDES | 'Construa Pontes e Não Barreiras'

Projeto em parceria com a APPCDM para promoção de visitas a este espaço museológico dirigido a público com dificuldades intelectuais e desenvolvimentais.


DIM2020 NAS REDES | ‘EU no musEU’

Projeto em parceria com a Alzheimer Portugal. Promove, através da obra de
arte, a qualidade de vida e o bem-estar de pessoas com demência e seus
cuidadores.


‘Museus para a Igualdade: Diversidade e Inclusão’

HOJE, 18 de maio, comemoramos o Dia Internacional dos Museus!
Com o tema ‘Museus para a Igualdade: Diversidade e Inclusão’, o Dia Internacional dos Museus - DIM2020 tem como objetivo tornar-se um ponto de encontro para celebrar a diversidade de perspetivas que compõem as comunidades e as equipas dos museus, além de promover ferramentas para identificar e superar preconceitos através do que expõem e das histórias que contam.
Nas atuais circunstâncias conjunturais, o MNMC associa-se ao DIM2020 com forte presença nas redes sociais, divulgando ao longo do dia alguns dos projetos mais inovadores desenvolvidos em parceria com diferentes instituições, que têm merecido o olhar da comunidade e a referência de boas práticas em diferentes áreas de intervenção, da investigação, à educação, à acessibilidade e à inclusão.
DIM2020 NAS REDES
Rumo à Realidade Inclusiva - os Projetos do MNMC
Começamos por apresentar o projeto ‘Tateando o Museu’, em parceria com a ACAPO, que promove o acesso à arte e aos equipamentos culturais para públicos cegos ou com baixa visão. 

domingo, 17 de maio de 2020

‘VErso e REverso da obra de arte’ | ‘Santa Maria Madalena’ | 17 de Maio de 2020

HOJE, na rúbrica #versoREverso da obra de arte, apresentamos a pintura 'Santa Maria Madalena' (c.1650 | MNMC2649), inspiradora da poesia de João Miguel Fernandes Jorge e declamada por Cândida Ferreira.
Josefa d’Ayala, ou d'Óbidos, criou algumas das imagens mais reconhecíveis da História da Arte portuguesa. Fascinante pela sua condição de género, mas também pela individualidade do seu percurso artístico, foi uma mulher emancipada e culta, cuja fé reflete a espiritualidade do século XVII, expoente do Barroco português no ciclo que se seguiu à Restauração da Independência.

‘Santa Maria Madalena’

Não queiras que receba em
sofrimento. Não apareças nunca
nem me escolhas. É verdade
muitas vezes te procurei
quase sem conta
ao ardente entardecer desejei
teu lado.
Que tenho hoje para te oferecer?
O vento lá fora leva-te em
minha memória pelo escuro
penitente pl’abstração da noite
antes de embarcares na remota
viagem.
À luz desta candeia
erra em recado o
fantasma
de onde vinha? Desde
o que se esconde e protege
na crueza do sexo –
para o morrão da luz do
azeite me quiseste, vínculo que
estremece ao menor sopro
segreda verga o
junco na areia das dunas –
a esta luz temo
a erva do verão que nasce
à minha porta.

João Miguel Fernandes Jorge

‘Santa Maria Madalena’ | Josefa d’Óbidos | c.1650 | MNMC2649
Óleo sobre cobre proveniente do Convento do Louriçal. Tem sido considerada como uma das obras da juventude de Josefa d’Óbidos, hipótese atestada pela inscrição, no reverso, que identifica seu pai – Baltazar Gomes Figueira – como o proprietário deste ‘chapaz de cobre’.
Obra delicada, rica em cores, não obstante a penumbra geral, adota um vocabulário pictural que convida à penitência, primeira via para a redenção no período Proto-Barroco. Todos os elementos da obra se subordinam a essa mensagem catequética e manipulam o observador. O tema é o de uma pecadora convertida pelo dogma da fé, revelado na luz emanada pelo Crucifixo que, juntamente com a chama da candeia, banha a figura e a sua expressão, deixando na penumbra o que é secundário.
Os atributos reforçam a ideia: a caveira simboliza a meditação sobre as vaidades da vida; os cilícios, como expressão do arrependimento e da penitência, são um meio para chegar à Palavra Divina, transcrita na Bíblia, sobre a qual estão colocados.


sábado, 16 de maio de 2020

Estamos preparados para a reabertura a 18 de maio...

A segurança de visitantes e trabalhadores é a nossa prioridade!
Para tal, implementámos medidas de reforço e de salvaguarda dessa segurança, de acordo com as diretivas da DGPC e da DGS.
Aqui fica o registo do processo de higienização de todos os espaços e equipamentos.

ESTAMOS PRONTOS PARA VOS RECEBER!




















No puzzle que publicámos hoje da tapeçaria flamenga, certamente repararam na representação desta figura de um menino alado com um arco e flecha. Sabem quem representa?
Nós ajudamos... é uma figura mitológica!



MUSEOMANIA | Puzzle da tapeçaria flamenga ‘Marte e Vénus surpreendidos por Vulcano’

Na rúbrica MUSEOMANIA dedicada aos mais novos e famílias, em cada sábado desta quarentena, propomos mais um puzzle, com diferentes níveis de dificuldade, para desenvolverem uma atividade em família.
HOJE, ‘viajamos’ até à Antiguidade Clássica greco-romana e ao mito do amor proibido de Vénus e Marte, com a tapeçaria flamenga ‘Marte e Vénus surpreendidos por Vulcano’, do séc. XVI (MNMC6050), produzida numa oficina de Bruxelas, como provam as duas marcas no canto inferior direito da orla.
A figuração, cheia de simbolismo e moralidade, gira em torno da infidelidade de Vénus, severamente punida pelo marido, Vulcano, quando a descobre nos braços de Marte, história adaptada por Ovídio na sua obra 'Metamorfoses'.







Tapeçaria de Vénus e Marte surpreendidos por Vulcano
Séc. XVI 1ª metade
360 x 405 cm
MNMC6050

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Dia Internacional dos Museus | 18 maio

Conheça a nossa programação ao longo deste dia!

Este ano, a comemoração do Dia Internacional dos Museus, no Museu Nacional de Machado de Castro, é marcada pela reabertura, após o período de encerramento na sequência das medidas excecionais decretadas para conter a propagação da COVID 19, com novo horário – 13h00 – 18h00. Neste dia, a entrada será gratuita.
Nas atuais circunstâncias conjunturais, as atividades programadas decorrerão através das redes sociais, ao longo do dia, destacando-se como atividade presencial, uma visita de caráter simbólico, em dois momentos. Convidámos profissionais da linha da frente, para conhecerem o Museu, numa visita-homenagem orientada pela diretora e pelos conservadores do Museu, numa manifestação de reconhecimento a todos quantos pelo seu trabalho e abnegação permitiram a reabertura, neste dia!
A visita decorrerá às 14h30 e às 16h00, para 10 convidados (cada) que representam diferentes áreas profissionais da comunidade.